quinta-feira, 14 de agosto de 2008

NÃO HAVERÁ AMANHÃ ...


Que certeza temos do dia de amanhã? ... ? ...
Absolutamente nenhuma.
Mas, assim mesmo nos comportamos como seres eternos, imortais.
Vejo a distancia esses mesmos seres se esbarrando entre em si numa rua ou viela abarrotada de gente, como
robôs indo e vindo, calados, presos em seu próprio casulo, sempre voltados para dentro de si mesmos. Com pensamentos, com problemas, com ilusões, cada qual cheio de si, esquecendo que talvez não haverá amanhã.
São pequeninos, frágeis querendo parecerem gigantes. Tolinhos! ... A sua arrogância é de tamanha infantilidade, que acredito que até Deus acha graça.
E lá se vão eles, carregando dentro de si um ego maior que seu peso, uns arrastam-se quase perdendo o fôlego.
Já não pensam, já não vivem, já não assimilam, perderam-se na procura de ter.